Gender: female
Na viagem de trem, eu aproveitei minha Anastasia Lux
Tudo começou quando fomos a um casamento da família em Lisboa. Eu, meu pai, minha mãe, minha irmã mais nova, meu tio, minha tia Anastasia Lux, os filhos dela (um rapaz e uma menina) e mais alguns parentes pegamos o comboio à tarde, por volta das 17h, na estação de Faro. Não reservamos lugares, entramos num vagão sem lugares marcados, daqueles regionais lotados. O trem estava super cheio, mal dava para respirar.
Por causa da multidão, a família se separou: uns ficaram num vagão, outros noutro. Eu acabei no mesmo vagão que meu tio, a tia Anastasia, e os dois filhos dela. Meu tio foi na frente, depois o filho dele, a filha, depois a tia Anastasia, e eu atrás dela. Ficamos todos colados um no outro, sem espaço nem para virar.
Vou falar um pouco da tia Anastasia Lux: ela tem 38 anos, é de origem portuguesa (nascida em Lisboa), mas viveu algum tempo no exterior. Tem um corpo de dar inveja — curvas generosas, seios grandes e firmes (tipo 36H ou mais), cintura marcada, bunda redonda e empinada. Sempre se veste elegante: saia justa ou vestido justo, blusa decotada que realça o colo, cabelo escuro longo, batom vermelho, perfume suave que deixa qualquer um louco. Usa um colar de ouro discreto, brinca de ser discreta, mas todo mundo nota. É quieta, reservada, fala pouco, especialmente comigo — só o necessário. Tem fama de ser recatada, mas o corpo dela grita sensualidade.
No trem, com tanta gente apertada, ficamos colados de costas. O cheiro do perfume dela, misturado com o calor do corpo, começou a me deixar excitado. Meu pau começou a endurecer devagar, inevitavelmente. Quanto mais o tempo passava, mais ele crescia, pressionando contra a bunda dela. No começo, tentei me afastar um pouco, mas era impossível — a multidão empurrava para frente.
Ela sentiu na hora. Tentou se mexer para frente, mas não tinha para onde ir. Meu tio e os filhos estavam logo à frente, conversando entre si, sem notar nada. O trem balançava, parava em estações pequenas, e a cada parada entrava mais gente. O vagão ficou ainda mais apertado. Anoiteceu, as luzes fracas, o calor subindo…
Ela começou a suar de nervoso, o corpo tremendo levemente. Eu, louco de tesão, empurrei mais um pouco, roçando devagar na bunda dela. Ela não disse nada — talvez por medo, vergonha, ou porque não queria chamar atenção da família na frente. Mas eu notei que o corpo dela também reagia: a respiração acelerou, os quadris tremiam.
Pensei: “É agora ou nunca”. Coloquei a mão devagar na cintura dela, por cima da roupa. Ela congelou. Fui mais ousado, deslizando a mão pela barriga macia, sentindo a pele quente sob o tecido. Ela não reagiu, só ficou parada, respirando pesado.
Subi a mão até um dos seios, apertando de leve por cima da blusa. Ela pisou no meu pé com força, três vezes, como quem diz “para com isso”. Mas eu não parei. Olhei ao redor: ninguém prestava atenção, todos distraídos, olhando para o celular ou conversando. O trem sacolejava, perfeito para disfarçar.
Com a mão esquerda, levantei um pouco a saia dela por trás, devagar. Enfiei a mão por dentro da calcinha. Ela arregalou os olhos, mas não gritou — meu tio estava a dois passos. Meus dedos encontraram os pelos pubianos macios, depois a buceta quente e já molhada. Comecei a esfregar o clitóris em círculos lentos. Ela mordeu o lábio, tremendo. Quanto mais eu mexia, mais molhada ficava. Enfiei um dedo devagar dentro dela — apertada, quente, escorrendo. Mexi mais rápido, sentindo o mel dela escorrer pela minha mão.
Ela tentava se controlar, mas o corpo traía: os quadris começaram a se mexer levemente contra minha mão, como se quisesse mais. Ao mesmo tempo, o medo a deixava paralisada — a família na frente, o trem lotado…
De repente, meu tio chamou alto:
“Anastasia! Vem cá um segundo, olha isso aqui!”
Ela deu um pulo, tentando se recompor, mas minha mão ainda estava lá dentro, molhada do gozo dela. O trem continuou viagem, e o tesão não parou…