Gender: female
A vizinha Noemilk foi pega se masturbando vendo pornô
Meu nome é Rafael. Quando eu estava na faculdade, aconteceu uma coisa que nunca vou esquecer. Morava em um condomínio em Campinas, e no apartamento ao lado morava uma vizinha chamada Noemilk. Ela tinha uns 35 anos, pele morena clara, corpo escultural, peitos grandes e firmes, bunda enorme e redonda, cintura fina — uma mulherão de dar inveja. O marido dela era motorista de caminhão, ficava fora 10 a 15 dias seguidos, rodando pelo Brasil. Eles tinham dois filhos pequenos (meninos), e a família toda se dava bem com a minha. Eu ajudava ela em tudo: consertava coisas, levava as crianças na escola, comprava mercado... Mas no fundo eu morria de tesão por ela. Fazia tempo que queria meter nela, mas me controlava e só curtia o papo.
Um dia, por volta das 15h, me senti mal na faculdade e voltei cedo pra casa. A porta do apartamento dela estava entreaberta. Chamei: “Noemilk?”. Ninguém respondeu. Entrei devagar e ouvi gemidos baixinhos. Fui olhando e vi ela no sofá: calça legging e calcinha abaixadas, celular na mão vendo pornô, dedo enfiado na buceta peladinha, se masturbando forte. Fiquei parado uns segundos babando.
Eu: “Nossa, Noemilk... tá no maior fogo, hein?”
Ela se assustou, puxou a roupa pra cobrir e ficou quieta, vermelha.
Eu: “Tudo bem... À noite no terraço a gente conversa, tá?”
Ela balançou a cabeça sim, sem falar nada. Fui pra casa louco de tesão.
À noite, no terraço do prédio (onde a gente às vezes ficava fumando ou conversando), ela apareceu cabisbaixa.
Eu: “Noemilk, faz quanto tempo que você faz isso sozinha?”
Noemilk: “Desde que meu segundo filho nasceu... uns 4 anos.”
Eu: “Mas teu marido existe, né? Por que se masturba?”
Noemilk: “Se ele me fodesse direito, eu não precisaria. Ele parou de me tocar depois do segundo filho. Eu até fiz laqueadura pra agradar, mas ele disse que ‘já tem dois, como vamos criar mais?’ e nunca mais veio pra cima de mim.”
Eu: “E como aprendeu a se masturbar assim?”
Noemilk: “Antes a gente via pornô juntos. Quando ele parou, eu continuei sozinha. Vi um vídeo de mulher enfiando berinjela... e comecei a usar legumes. Depois dedo mesmo.”
Eu: “Então você enfia berinjela na buceta?”
Ela: “Xi, cala a boca, moleque!”
Eu: “Noemilk, eu faço tudo que você pede... mas essa ajuda eu também queria dar. Faz tempo que sonho em te comer. Deixa eu te satisfazer direito, sem ninguém saber. Tô pronto.”
Noemilk: “Vou pensar... te falo depois.” E desceu.
Fiquei louco de felicidade. Fui pro bar, comprei uma garrafa de uísque e uns salgadinhos, tomei banho, vesti só calça de moletom e camiseta, e fiquei esperando. Às 22h ela ligou: “Vem quietinho, ninguém pode ver. E traz a bebida.”
Eu avisei em casa que ia dormir na casa de um amigo e só voltava de manhã. Estacionei a moto na rua de trás, entrei escondido. Ela abriu a porta de vestido novo, maquiada, cheirosa, linda.
Noemilk: “Por que tá me olhando assim?”
Eu: “Caralho, Noemilk... de vestido você fica uma deusa. Quero te foder a noite toda.”
Ela trancou a porta dos filhos dormindo, me levou pro quarto dela e trancou.
Noemilk: “Me diz a verdade: desde quando você tem tesão por mim?”
Eu abri a garrafa, tomei um gole e disse: “Desde que te vi pela primeira vez. Você tem dois filhos e continua uma delícia. Faz tempo que bato punheta pensando em você.”
Ela meteu a mão dentro da minha calça, apertou meu pau duro: “Nossa, que grosso e grande...”
Eu: “É porque penso em você todo dia. Hoje com tua mão ficou maior ainda.”
Noemilk: “Bebe logo que a gente começa.”
Eu bebi rápido. Ela tirou minha camiseta, abaixou minha calça, pegou meu pau e começou a chupar devagar, lambendo a cabeça, depois engolindo metade. Olhar meu pau preto e grosso na boca dela vermelha me deixou louco.
Eu: “Chupa tudo, Noemilk...”
Ela chupou fundo, apertando minha bunda. Gozei na boca dela. Ela foi ao banheiro cuspir e voltou.
Noemilk: “Você me chamou de vadia na hora do gozo... agora é assim que vai ser?”
Eu: “Agora eu sou teu macho novo.”
Tirei o vestido dela devagar. Sem sutiã, peitos grandes com mamilos pretos e duros. Sem calcinha, buceta lisinha, clitóris inchado. Deitei ela na cama, chupei os peitos alternando, mordi de leve. Desci lambendo a barriga, a barriguinha saliente pós-gravidez (um pneuzinho sexy). Lambi o umbigo fundo, enfiei língua. Ela gozou tremendo, molhando minha cara.
Noemilk: “Enfia logo... não aguento mais.”
Eu esfreguei meu pau na entrada molhada e meti devagar. Ela gemeu alto. Comecei a socar forte, apertando os peitos. Ela gozou de novo, apertando minha rola. Eu gozei dentro, enchendo ela de porra quente.
Depois ela foi ao banheiro mijar. Eu fui junto, vi o xixi saindo da buceta dela. Ela lavou tudo, voltou pra cama.
Continuamos a noite toda: ela por cima cavalgando, eu batendo na bunda dela; de quatro, metendo fundo; de ladinho; no cu (ela pediu devagar no começo, depois pediu forte). Gozamos várias vezes.
De manhã cedo, 5h, ela me acordou. Voltei pra casa escondido.