Gender: female
A história de como Erica Fontes virou puta
Meu nome é Tiago. Minha mãe verdadeira chama-se Erica Fontes. Ela tem 45 anos agora (mas sempre pareceu mais jovem), e meu pai tem uns 55 — diferença de uns 10 anos. Casaram cedo, ela ainda adolescente. Primeiro nasceu minha irmã mais velha, Sofia, depois meu irmão mais velho, Miguel, e eu vim dois anos depois de cada um. A vida no início era apertada, mas confortável o suficiente em Lisboa.
Lembro-me desde pequeno: meu pai fodia minha mãe com vontade, quase todas as noites. Eles achavam que eu dormia no quarto ao lado (eu fingia). Ela tinha peitos grandes e firmes, tipo melões duros, e uma buceta peluda, densa como mato selvagem. Nua em cima dele, mamava o pau dele enquanto ele chupava os mamilos dela. No escuro, eu via tudo. Família católica tradicional, missa todo domingo, mas em casa era outra história.
Meu pai chamava ela de “Erica, minha putinha santa”. Ela respondia com voz manhosa: “Hoje tô louca de tesão, amor… Faz 9 dias que não transamos, tô precisando”. Ele ria e metia forte. Depois de gozar, lavava a buceta dela com carinho e dormiam abraçados.
Eu cresci vendo isso como “normal”. Aos 15-16 anos, já batia punheta pensando nela. Na adolescência, fomos numa viagem de família para o Porto (meu pai tinha um amigo importante lá, um empresário influente). Ficamos num hotel de luxo com quartos separados. Uma noite, meu pai disse pra ela: “Erica, vai lá e faz o que tem que fazer. Deixa ele satisfeito. Ele quer lamber tua buceta, te comer à vontade. Nossa vida melhorou por tua causa, amor. Vai e goza bastante”.
Ele levou ela até o quarto do cara e voltou. Eu fingi dormir, mas ouvi tudo. Ela foi cheirosa, com perfume caro e cabelo solto. Na época eu não entendia tudo, mas depois percebi: meu pai subiu na vida graças a ela abrir as pernas pra amigos poderosos.
Com o tempo, meu pai perdeu o tesão (idade, cansaço). Mas minha mãe era tarada, fogo no rabo. Quando ele viajava, eu via ela se esfregando na coluna da cozinha, levantando a saia, mostrando a buceta peluda enquanto cozinhava. Ou no quarto, pernas abertas, metendo dedo fundo e gemendo baixinho. Uma vez entrei sem bater e peguei ela assim — ela cobriu rápido, mas eu vi. Ela percebeu que eu tinha visto.
Um sábado, eu disse que ia tomar banho com óleo. Ela insistiu: “Deixa eu te ensaboar, filho”. Eu já era homem, pau de 20 cm, grosso, peludo. Recusei no começo, mas queria. Casa vazia (irmão fora estudando, irmã casada). No banheiro, só de toalha. Ela me ensaboou todo: peito largo, ombros, costas. Depois mandou tirar a toalha. “Que vergonha, mãe?” Ela riu: “Vergonha de quê, Tiago? Tira logo”.
Tirou minha toalha, viu meu pau duro. Já tinha a saia levantada, mostrando a buceta. Lambeu os lábios, passou óleo no meu pau e começou a punhetar devagar. Depois meteu na boca, chupou gostoso. Eu fingi raiva: “Mãe, que porra é essa?”. Mas deixei ela continuar. Chupou fundo, babando.
Perguntei: “Tá com tanto tesão assim?”. Ela: “Sim, filho… tô louca”. Eu disse: “Então vai pro quarto e espera. Vou tomar banho rápido e te fodo”.
Voltei em 10 minutos. Ela na cama, nua. Contei tudo: o que via desde pequeno, como meu pai entregava ela pros amigos. Ela ficou chocada, pediu segredo. Eu disse: “Não conto pra ninguém. Mas quando eu quiser, tu abre a buceta pra mim. Sou teu segundo marido agora”.
Mandei tirar tudo. Ela obedeceu, mostrou a buceta peluda. Eu chupei os peitos duros, mordi os mamilos, lambi a buceta até ela tremer. Tirei o colar dela (símbolo de casamento), disse: “Agora eu ponho de novo. Sou teu macho”. Ela ajoelhou: “Fode tua mãe, Tiago. Me come como puta”.
Fiz 69, meti na buceta, depois no cu (ela gritou de dor e prazer). Perguntei sobre o passado: quantos paus chupou, quantas vezes meu pai entregou ela. Ela contou: no começo resistiu, brigou com meu pai. Mas depois aceitou — tesão + dinheiro. O amigo do Porto foi o primeiro grande. Depois outros: festas, jantares, viagens. Ela ia de decote baixo, saia curta, sem sutiã, mostrando tudo. Meu pai assistia ou esperava em casa. Ganhamos casa grande, carro, joias, terreno.
Eu fodia ela com força, gozava dentro (ela tomava pílula). Quando meu pai viajava, ela ficava pronta: banho tomado, cabelo solto com flores, ar-condicionado ligado, nua na cama. Eu chegava, mandava tirar a roupa devagar, tirava o colar e punha de novo. Ela gemia: “Vem, filho… fode tua puta mãe”.
Eu dizia: “Tu é tarada, Erica. Lá fora parece santa, mas abre as pernas pra qualquer um”. Ela ria: “Pra ti também, amor. Tu é meu macho de verdade”.
A casa era no nome dela, mas ameacei e passei pro meu. Meu irmão brigou e foi embora. Ela virou minha escrava sexual. Tesão satisfeito, patrimônio garantido.
No final: idade não importa. Uma mulher com buceta coçando precisa de pau. Não dar comida pro fogo é o verdadeiro pecado. Por isso ela abria as pernas pros outros — e agora pro filho.