Gender: female
A história de como a esposa do meu amigo abriu as pernas pra mim
Meu nome é João. Meu amigo Mateus e a esposa dele, Sofia Rose, trabalham juntos em uma grande empresa de TI em São Paulo. Eles me ajudaram a conseguir uma vaga lá e, como eu era novo na cidade, insistiram para eu ficar na casa deles por um tempo. No começo eu não queria, mas Sofia também falou: “Fica, João, a gente se conhece desde a faculdade, não tem problema”. Nós três temos 28 anos, fomos da mesma turma, sempre fomos muito amigos. Eu nunca tive atração por ela... pelo menos era o que eu pensava.
Sofia é moderna: sempre de calça jeans justa, blusa decotada, legging ou vestido. Os peitos dela marcavam forte, a bunda era redonda e empinada — dava pra notar que ela cuidava do corpo. Ver ela em casa mexia comigo, mas eu disfarçava.
Eu fiz a entrevista, entrei na empresa e comecei a procurar apartamento próprio. Enquanto isso, morei com eles por algumas semanas. No dia do aniversário dela, Sofia apareceu de vestido justo (tipo saia e blusa colada), mostrando a cintura fina e o colo generoso. Meu pau endureceu na hora. Depois disso, comecei a reparar mais: quando ela se abaixava de camisola à noite, via o decote dos peitos; quando virava de costas, a bunda balançava. O tesão foi crescendo.
Uma noite, Mateus estava em turno noturno (trabalha até de madrugada na TI). Sofia e eu ficamos sozinhos em casa. Eu tinha bebido um pouco além da conta e cheguei meio alto. Ela começou a me dar sermão: “João, bebe menos, cara...”.
Eu: “Deixa disso. Vocês casados há 2 anos e nada de notícia boa ainda?”
Ela: “A gente tá fazendo tratamento. O esperma dele é baixo.”
Eu: “E o resto? A vida sexual de vocês tá boa?”
Ela: “Mais ou menos... Eu peço nos dias de ovulação, ele inventa desculpa. Antes da data ele tem vontade, depois some.”
Eu: “Ontem ele quis, você deu?”
Ela: “Dei. Hoje é meu dia fértil... mas ele tá no plantão.”
Eu: “Podia ter tentado hoje...”
Ela: “Podia...”
O papo ficou aberto demais. Meu tesão explodiu. Eu disse: “Sofia, você é tão gostosa... Será que tem algo errado com ele?”
Ela: “É o esperma baixo mesmo.”
Eu: “Quer que eu te ajude?”
Ela ficou assustada, mas riu nervosa: “Você? Eu topo... mas você e o Mateus bebem juntos, vai acabar contando tudo bêbado.”
Eu: “Nunca contaria. Confia em mim.”
Ela: “Então vai pro teu quarto. Eu vou daqui a pouco.”
Ela terminou as coisas da casa, tomou banho, vestiu uma camisola curta sexy, prendeu o cabelo com flores de jasmim (cheiro delicioso), e veio pro meu quarto. Eu já tinha tomado banho, passado perfume, só de calça de moletom, deitado esperando.
Ela sentou na beira da cama. Eu a puxei, abracei forte. O cheiro do jasmim dela me deixou louco. Os peitos macios dela apertaram no meu peito. Beijei o pescoço dela devagar, mordi de leve. Ela me abraçou, gemeu baixinho. Nossas bocas se encontraram — beijo molhado, língua na língua, ela chupando minha língua com fome.
Tirei a camisola dela devagar. Sem sutiã, peitos grandes e firmes saltaram. Chupei os mamilos duros, mordi de leve. Ela gemeu: “Hmm... continua...”. Desci beijando a barriga, enfiei a língua no umbigo dela, lambi em círculos. Ela tremia.
Tirei a calcinha dela. Buceta lisinha, clitóris inchado. Abri as pernas dela, lambi devagar, depois enfiei a língua fundo, chupando forte. Ela agarrou minha cabeça: “Isso... chupa mais... mmm... aaaah...”. Gozou na minha boca, tremendo toda.
Ela não aguentou: puxou minha calça, pegou meu pau duro e chupou com vontade — lambeu a cabeça, engoliu metade, babando. Eu quase gozei.
Levantei ela, deitei na cama, abri as pernas e meti devagar. Ela gemeu alto: “Aaaah... vai devagar...”. Comecei a socar devagar, depois mais rápido. Minhas bolas batiam na bunda dela: “ploc ploc ploc”. Ela gritava: “Isso... mais forte... fode... aaaah... assim... mete tudo...”.
Depois de 15 minutos de metida forte, gozei dentro dela, enchendo a buceta de porra quente. Ela me abraçou forte: “Caralho... que delícia... senti tua porra quente entrando... nunca senti isso com ele.”
Eu: “Como foi?”
Ela: “Muito melhor que com ele. Você me deu um prazer que ele nunca deu.”
Fodemos mais duas vezes: de quatro (eu batendo na bunda dela), ela por cima cavalgando, rebolando gostoso. Gozamos de novo.
Depois de uns dias, consegui apartamento próprio e me mudei. Um mês depois, ela me chamou sozinha: “Lucas... tô grávida! É teu...”. Veio de tarde, sozinha. Eu amassei os peitos dela, ela me chupou até eu gozar na boca dela. Disse: “Quando o bebê nascer, a gente continua... sempre que der.”